
A operação resultou na prisão de oito pessoas, que foram conduzidas para prestar esclarecimentos, além da identificação de 15 empresas.
Segundo a investigação, essas empresas recolhiam o material e transportavam clandestinamente até o aterro. O descarte irregular era uma prática adotada para reduzir custos e maximizar os lucros. A ação contou com policiais civis da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e com agentes da Polícia Militar e do Comando de Polícia Ambiental.
Os agentes encontraram dois fornos para produção de carvão vegetal em funcionamento dentro do aterro sanitário.
Multas
Os fiscais do Inea e os policiais fiscalizaram empresas e depósitos localizados próximos ao aterro clandestino para verificar a regularidade da documentação. De acordo com o Inea, há registro de, pelo menos, duas infrações ambientais:
- Disposição irregular de resíduos sólidos, com multa que pode variar entre R$ 1 mil e R$ 200 mil
- Poluição do solo, com multas entre R$ 1 mil a R$ 500 mil
A estimativa é de que o valor arrecadado com as sanções aplicadas após a operação chegue a R$ 1,5 milhão.
Curiosidade
A palavra ‘Jamaxi’ vem de origem indígena. É conhecido como o cesto, no qual, os seringueiros carregavam suas mercadorias.
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